Plantando o bem

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A iniciativa e dedicação de um pequeno grupo de pessoas, possibilita o acesso a verduras saudáveis, sem uso de agrotóxicos e com baixo custo para moradores do Aglomerado da Serra.

Durvalino cuida diariamente da horta e sente orgulho dos benefícios de seu trabalho ( Foto de Laura Couto)

É um projeto pequeno, sem nome, mas capaz de mudar a vida das pessoas. A idéia de transformar um antigo terreno da prefeitura em uma horta comunitária surgiu por um grupo de 12 pessoas, há cerca de seis anos, em uma assembléia no Aglomerado da Serra, Região Sul de Belo Horizonte. O grupo realizou o pedido de liberação para utilizar a área, e, o terreno foi liberado por meio de um aval da administração municipal.

Durvalino Quaresma, 65 anos, aposentado, é um dos poucos integrantes do grupo que ainda participa da horta, e conta com orgulho sobre a iniciativa de transformar o espaço vazio e sem expectativas em uma área de plantação que auxilia a comunidade. O projeto não teve a contribuiçao de todos os participantes do grupo por muito tempo, de acordo com Durvalino devido aos baixos lucros que a horta proporciona, usados apenas para a manutenção da mesma, com a compra de instrumentos para plantio, adubo e sementes. “As pessoas têm que ganhar dinheiro para se sustentar, aqui não dá lucro nenhum, quase, então isso levou muita gente a pular fora. Eu fico triste, mas entendo, as pessoas nao têm culpa”, conta o aposentado. Porém, mesmo com a desistência de boa parte dos integrantes, a horta continua existindo com uma grande diversidade de mudas, como laruta, taioba, tomate, alface, inhame, almerão, mandioca, couve, alfaçe, limão, maracujina, erva cidreira, entre outras.

Durvalino afirma que os moradores do Aglomerado procuram a horta diariamente para comprar as verduras, que são vendidas por um preço muito mais barato. Por até 60 centavos, é possível comprar uma grande muda de alface. “Quando tem muita verdura nós pegamos um carrinho e saimos pela rua vendendo elas”, diz o aposentado com ânimo. A repercurssão do projeto não ficou só no Aglomerado. Elsa Terezinha, 52 anos, dona de casa e moradora da rua Professor Estevão Pinto na Serra, dá total preferência aos produtos plantados na horta. “Eu não me importo de ir até o Aglomerado, é tudo feito com muita dignidade e pertinho aqui de casa. Os produtos além de bem mais baratos são mais saudáveis e não tem nada de agrotóxicos. Recomendo pra todo mundo que mora aqui perto, é um trabalho louvável!”,afirma a dona de casa.

Durvalino conta que se dedica diariamente ao trabalho na horta, durante todo o período da manhã. Quando não chove a tarde, volta para trabalhar mais. Para ele, é motivo de orgulho e satisfação ver suas plantações dando frutos, e abastecendo as casas dos companheiros da comunidade. Mas para ajudar não é necessário ir diariamente a horta, vários integrantes, como o marcineiro João Pereira, 62 anos, trabalha com o plantio apenas aos sábados. “Eu planto por prazer, e porque gosto de saber que estou fazendo algum bem. Se pudesse viria todos os dias trabalhar um poquinho, mas infelizmente minha rotina de trabalho nao permite”, conta João. Para ele, o fato de terem poucos integrantes atualmente na horta não atrapalha. “Desde que tenha uma pessoa pra cuidar, já está valendo, ela nos dá muita alegria”, acrescenta o marcineiro.

SAIBA MAIS:

http://vicodaterra.blogspot.com/2009/08/em-2005-atraves-da-acao-das-brigadas.html

http://quintalvivo.wordpress.com/2010/03/02/vivencia-cafezal/

http://dspace.lcc.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/MPBB-87YHD5/1/agriculturaurbana_praticaspopulares_insercao_polit_publicas.pdf

Faça notícia!

O Jornalismo Colaborativo, ou Jornalismo Participativo vem crescendo cada dia mais com o avanço e a popularização da internet. Esse é um tipo de jornalismo que foge do convencional, onde o conteúdo é produzido por cidadãos, sem a exigência de formação jornalística. Claro, que na maioria dos veículos que permitem e exercem o jornalismo colaborativo, existe a mediação e possível edição do conteúdo enviado, realizada por jornalistas profissionais. Esta prática se caracteriza pela maior liberdade na produção e veiculação de notícias, além de promover maior integração entre a sociedade e entre o leitor e o meio de comunicação.

A trajetória do jornalismo colaborativo ainda levanta dúvidas de como esse modelo deve ser adotado pelos grandes veículos de comunicação. Muitos deles ainda tem dificuldade de lidar com a participação da audiência. No entanto, grandes portais de notícias mundiais, inclusive sites brasileiros utilizam fotos, vídeos e até mesmo textos enviados pelos internautas.
No Brasil, já temos vários exemplos de sites que desenvolvem esse tipo de jornalismo em ascenção. Podemos citar como exemplo dois influentes portais de notícias que começaram a incluir a participação de leitores, e pessoas em geral, sem distinção: O ´´Eu-reportér“ no site da globo.com, e o ´´Vc reportér“ no portal de notícias da Terra. Ambos são espaços encontrados nos respectivos sites citados, onde são recebidos e publicados textos, fotos, vídeos e áudios. Além disso, esses dois sites possibilitam o envio de conteúdo via celular, dicas para um bom post e espaço para comentários e avaliação de cada notícia ou material postado, o que estimula e ajuda no aperfeiçoamento e aprendizagem de quem envia os dados. Tanto o portal da Globo como o do Terra, possuem profissionais capacitados, que tem a função de editar o que é recebido e filtrar todo o conteúdo que será publicado. O Globo, especificamente, ainda garante a seleção de matérias recebidas para serem publicadas em um espaço do seu jornal impresso.

Para acessar o ´´Eu-repórter“ clique AQUI, e o ´´Vc repórter“ clique AQUI. Eu recomendo a experiência, faça notícia voce também!

Verde que te quero!

Escolhi fotografar um pouco da natureza presente na nossa cidade, que considero linda!! Optei por fotografar ângulos diferentes e espécies das quais não estamos acostumados a ver sempre em Belo Horizonte. O tema foi escolhido por representar a força e beleza de nossa cidade, além de significar vida e alegria.

Manusear o Photoshop não e fácil inicialmente, requer prática e aprimoração. No caso dessas fotos, alterei a luz, brilho e contraste para dar mais vida e realçar a imagem. Existem recursos muito mais avancados, que ainda nao consegui utilizar, mas que são de fácil acesso a todos que tem vontade de aprender.

A Copa do Mundo é aqui

>> Para saber se você se interessa por essa matéria, escute uma rápida introdução, clicando AQUI <<

 

Belo Horizonte já está investindo para receber bem os jogos

 

Por Gabriela Bizzotto

Estádio do Mineirão fechado para reforma

 

Belo Horizonte é hoje o sexto município mais populoso e um dos mais importantes pólos culturais, econômicos e industriais do país. Não é a toa que foi uma das 12 cidades brasileiras escolhidas para sediar os jogos da Copa Mundial de Futebol em 2014, que acontece no Brasil.

Além da visibilidade mundial, a competição traz para Belo Horizonte investimentos empresariais, crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), aumento do fluxo turístico, oportunidades de negócios e melhorias em infra-estrutura.

O governo de Minas Gerais e a Prefeitura de Belo Horizonte concluíram o planejamento estratégico para mudar a paisagem de Belo Horizonte na Copa do Mundo de 2014. O megaprojeto, formado por 54 tópicos, atende demandas de seis eixos temáticos: mobilidade, turismo, infraestrutura esportiva e rede hoteleira, comunicação e marketing e utilidade pública. Os coordenadores do projeto acreditam que cerca de 500 mil turistas visitarão a capital durante a Copa do Mundo, o que corresponde a 21% da população belorizontina.

Integrando os esforços dos governos estadual e municipal, muitas iniciativas já estão sendo tomadas e planejamentos sendo feitos para melhoria da cidade. O projeto de maior visibilidade e expectativa em âmbito nacional, é a reforma do Estádio Governador Magalhães Pinto, popularmente conhecido como Minerão, pertencente ao Governo do Estado de Minas Gerais. O projeto da reforma, elaborado pelo escritório de arquitetura Gustavo Penna em parceria com a GMP – Von Gerkan, Marg und Partner –, visa adequar o estádio aos padrões definidos pela Fifa (Federação Internacional de Futebol).

De acordo com o governo mineiro, a reforma prevê obras para aumentar o conforto e a segurança do torcedor tais como construção de cobertura nas arquibancadas, criação de novos acessos à arena e colocação de cadeiras anatômicas numeradas. Está na extensa lista de modificações o rebaixamento do campo em 3,5 metros para melhorar a sua visibilidade, além de telões, novos vestiários, restaurantes, câmeras de vigilância internas e e externas e recuperação estrutural do estádio, entre outras ações. O Mineirão, reduzirá sua capacidade para comportar 70 mil pessoas sentadas, e 44 cabines para 10 a 12 pessoas, cada.

A obra será executada pelo Governo do Estado de Minas e será financiada com recursos próprios do governo estadual e com recursos financiados pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). Estima-se um investimento de 700 milhões de reais para realizar as 3 fases que contém o projeto.

De acordo com o supervisor de obras do estádio, José Dutra, 52, a população de nossa cidade terá grandes surpresas, e garante que todos irão gostar do que está sendo feito. José acredita também que os investimentos que estão sendo feitos não só no Mineirão, mas em toda a cidade, serão definitivos para a história de Belo Horizonte e do Estado: ´´Será uma grande alavancagem na história do desenvolvimento de Belo Horizonte e de Minas”, afirmou. O supervisor de obras conta que a reforma está em sua terceira etapa, em que consiste na construção dos novos anéis inferiores, camarotes e área vip, além da inclusão de cobertura adicional ao campo.

No inicio desse ano o Tribunal de Justiça de Minas Gerais deferiu uma liminar determinando a suspensão de concorrência pública que visa a contratação de empresa para a realização das obras de reforma do Mineirão. A decisão foi motivada por uma ação proposta pelo Sindicato da Arquitetura e Engenharia (Sinaenco)

, visando discutir o erro, cometido na licitação, quanto à escolha do critério adotado para a seleção da empresa a ser contratada para execução dos serviços no estádio. A licitação determina que o critério para a escolha da empresa responsável deveriam ser os de melhor técnica e preço, e não só de preço, como foi realizado. Assim, com a qualidade do serviço comprometida, as obras ficaram paradas até tudo se resolver e ficar garantido a contratação de uma boa empresa, o que não durou muito tempo, e o trabalho já segue normalmente. 

Com todo esse trabalho sendo realizado no Mineirão, a região da Pampulha, onde o estádio se localiza, passa por várias outras mudanças, como a melhoria do acesso, trânsito, hotéis, cobertura de internet 3G, ações sustentáveis, entre outras. A moradora Mariângela Babo da região da Pampulha,76, se diz ansiosa para tudo o que está por vir: ´´ Há anos que tanto a Pampulha, como a cidade em um todo estão precisando de profundas reformas. Espero que essa Copa do Mundo traga para nosso Estado e nosso país tudo o que ele merece! A qualidade de vida do brasileiro finalmente vai melhorar e vamos ser reconhecidos mundialmente por nossas belezas.“, diz a belorizontina, com entusiasmo.

Além do Mineirão, as grandes expectativas que rondam a espera de 2014 só aumentam com o passar do tempo para toda a população de Belo Horizonte, de Minas Gerais e de todo o Brasil. Os brasileiros esperam grandes melhoras em todos os quesitos da vida pública, e cobram do Governo tudo o que já deveria, mas até hoje não foi feito pelo nosso país.

LEIA MAIS :

http://www.twitter.com/portalcopa2014

http://www.novomineirao.mg.gov.br

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/mineirao-modernizacao-reforma-sustentabilidade-copa-mundo-531415.shtml

A tragédia no Japão

É bem provável que a maioria de vocês estejam cansados de escutar tanta informação avulsa sobre um tema de extrema evidência e importância no momento. Se você quer escutar um pouco sobre a questão do Japão de maneira direta e resumida, clique aqui

 

Informe-se !

Muita gente ainda não sabe, mas atualmente, é possível organizar e selecionar informações nesse bombardeio de notícias que encontramos na internet. Os leitores de RSS, são programas que reúnem textos de sites da prefêrencia de cada um, como num programa de e-mail, e te avisam quando novidades são publicadas na internet. Assim, esses programas ajudam na organização e atualização de informações, de maneira prática e simples: você seleciona os sites e os cadastra em um leitor de RSS de sua escolha ( indicarei os melhores adiante), conseguindo acessar todos os sites em um só lugar.

Existem dois tipos de leitores RSS muito utilizados, o Feedreader e o Google Reader. Para começar a utilizar o Feedreader é necessário fazer o download do programa no site www.feedreader.com e em seguida, escolher os sites de seu interesse. Após esse processo começa imediatamente notificações no canto direito da página, com alerta sonoro, indicando a chegada de uma notícia. Na maioria dos casos, esse programa pode ser desgastante, pois chegam notificações todo o tempo, confundindo  e incomodando o usuário. Já o Google Reader pode ser acessado de qualquer computador, em qualquer lugar, o unico requisito é ter uma conta no Google. Essa ferramente é mais dinâmica e simples que o Feedreader, e possibilita a seleção por categorias de temas, selecionando mais ainda as notícias e controlando a grande quantidade de informação que bombardeia a tela do usuário.

Os leitores de RSS, são hoje imprescindíveis para o profissional que necessita estar sempre bem informado, facilitando o trabalho e mantendo-o sempre atualizado. Claro, que esses agregadores de notícias nao possuem importância apenas para esses profissionais, e sim para todos que buscam informação rápida e prática, em qualquer lugar, sem gastar NADA! Eu amei a experiencia, e pretendo usar sempre para auxiliar minha carreira e claro para interesses pessoais. Acho que já deu pra ver que vale a pena né? Experimente você também, a dica é super válida, e tudo de bom!

DEZ ANOS DE CONVÍVIO COM O LIXO

Apelidado pela comunidade do Bairro Califórnia como bota fora, terreno causa transtornos para moradores, pois é usado como depósito de lixo e entulho clandestino, além de servir de atalho para outros locais do bairro

SAMARA NOGUEIRA,
3º PERÍODO

Na Rua dos Violões, no Bairro Califórnia, existe um lote conhecido como bota fora que tem causado transtorno a população que além do mau cheiro, enfrenta dificuldades de locomoção, já que o local é utilizado como atalho para outros locais do bairro. “A gente que mora do lado não importa tanto com entulho não, importa mesmo é com o lixo.  Já teve até cavalo morto lá. O cheiro incomoda muito, é muito ruim”, afirma Joseane Galvão. Para o secretário adjunto da Regional Noroeste, Nildo Taroni, Belo Horizonte vive hoje uma situação de epidemia de lotes bota-foras, “Nós vivemos uma epidemia, um problema crônico na cidade que é a questão da deposição clandestina de entulho e lixo“, revela.

Esse problema existe no bairro há 10 anos, sendo que há cinco a associação dos moradores reclama junto à prefeitura à desocupação do lote. “Nós já reclamamos muito com a prefeitura e ela não faz nada, duvido se fosse em um bairro rico se ela já não tinha resolvido. O lixo não é nosso não, são os caminhões de fora que trazem os lixos para cá”, afirma Antonio Guerra , Presidente da Associação dos Moradores do Bairro Califórnia. Júlio César Teixeira, diretor da associação, culpa também os carroceiros pela deposição do lixo. “Os entulhos menores são jogados pelos carroceiros, e os maiores pelos caminhões. Entendo os carroceiros pelo fato disso ser o ganha pão deles, então, acho que a prefeitura deveria arrumar um lugar para eles depositarem o lixo”, diz.

Antonio de Carvalho, 52 anos, morador da Vila Califórnia, e há 40 anos na profissão de carroceiro, diz que utiliza sim o lote por não ter um local oficial dos carroceiros para depositar os entulhos que recolhe. “Eu utilizo esse lote, outros lotes ou jogo nas esquinas, quanto menos eu andar melhor para mim. A prefeitura olha o lado dela e não olha os dos carroceiros, eles querem que a gente pare de jogar lixo, mas não arrumam um lugar oficial para a gente depositar”. Para ele, o lugar ideal seria na rua do antigo aterro sanitário, localizado na rua Violinos com Clarinetas, já que lá existe um pedaço de terreno que sobrou do antigo aterro da prefeitura.

SUGESTÕES  Teixeira e Guerra acreditam que a solução do problema seria a instalação de URPV (Unidade Recebimento de Pequenos Volumes) e o aumento da fiscalização, já que só a limpeza, segundo eles, nem sempre realizada pela prefeitura, não esta solucionando o problema. “Em três meses, eles vieram aqui só duas vezes, e agora a gente tem mais um problema, que é a deposição de terras por carroceiros e caminhões, e terra a prefeitura não limpa. Colocar só URPV não adianta, tem que ter a fiscalização, porque se não o povo joga fora da caçamba. Há pouco tempo nós tiramos 1800,00 do nosso bolso para a limpeza”, afirma Guerra.

Júlio acredita também que além fiscalização e da URPV a prefeitura poderia instalar um sistema de reciclagem no local, onde as pessoas poderiam direcionar seu lixo. “Só a limpeza não adianta. O terreno é limpo e no outro dia já está tudo cheio novamente, os caminhões vem à noite e enchem tudo de novo. Tem que ter uma ação efetiva da prefeitura, se não tiver vai continuar. Limpa, suja, limpa, suja. O ideal seria criar um local igual da Via Expressa, monitorado pela prefeitura onde já é direcionado o tipo de entulho”.

Entretanto, Taroni, descarta a possibilidade de instalação de URPV no local. “Lá não pode ter URPV porque assim como lá precisa de URPV outros lugares precisam também. Não existe programação de instalação de URPV nesse local”, explica o secretário. Taroni também ressalta que boa parte do entulho depositado no lote tem de ir para o aterro sanitário localizado em Sabará e não para unidade de recebimento de Pequenos Volumes. “A URPV é a unidade de recebimento de pequenos volumes como um sofá velho que você tenha em casa ou uma pequena poda que você tiver feito em seu terreno, não é para receber aquele entulho que ta lá aquilo lá tem que ir para aterro sanitário, a única solução para o problema é o aumento da fiscalização”, explica.

Ele acrescenta que ainda o problema com bota fora no Califórnia é maior porque antes o aterro sanitário era localizado no bairro, então as pessoas ainda não se adaptaram a situação. “O problema ali é maior porque nós tínhamos um aterro sanitário lá, então, o pessoal não estava acostumado a ter essa responsabilidade de levar para Sabará onde a distância é muito maior”, ressalta o secretário.

Em relação aos carroceiros, o Secretário Adjunto, deixou claro que a prefeitura entende o problema social que a desocupação de um lote utilizado por eles poderia causar. “O grande problema dos carroceiros é que a URPV não tem a função que eles querem destinar o URPV. Você não pode fazer uma reforma, tirar lá vinte carroças de entulhos e jogar no URPV, não é justo. Para solucionar esse problemaa prefeitura esta inclusive estudando uma forma de gerar emprego para esse pessoal, que é quase duzentos na Regional Noroeste”, relembra.

Nos últimos quatro meses, a prefeitura intensificou, segundo Taroni, a fiscalização dos lotes bota fora em Belo Horizonte, e foi montado um mutirão a fim de coibir a ação clandestina que ocorre principalmente durante a noite. Taroni explicou, ainda, que o caso do Califórnia ainda não tenha sido solucionado, por ser demorado, possivelmente ele será nos próximos meses.

O secretário alerta que a população pode ajudar na prevenção e combate do depósito clandestino de lixo e entulhos, denunciando no telefone 156 ou pelo site da prefeitura, http://www.pbh.gov.br. Segundo a assessora de comunicação da prefeitura, Atená Maria de Oliveira, os infratores estão sujeitos a apreensão do veículo e
multa de R$ 500,00. “Além de pagarem a multa, eles devem arcar com os custos da apreensão do veículo”, acrescenta ela.

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